

O amor é inútil? — O autor responde com um ensaio que é, ao mesmo tempo, um desafio filosófico e um manifesto sensorial. Recusando a idealização do amor romântico ou espiritualizado, conduz-nos por um percurso inesperado, onde o desejo da carne é o ponto de partida para repensar o lugar do amor nas nossas vidas.
De Empédocles a Santo Agostinho, de Teresa de Ávila a Oscar Wilde, passando por Platão, Kant, Rousseau e Anaïs Nin, este texto entrelaça referências eruditas com uma escrita lúcida e audaz. Artur Manso resgata o erotismo como dimensão fundadora da experiência amorosa, desmontando hipocrisias sociais e morais que, por séculos, reprimiram o prazer em nome de virtudes construídas sobre o medo.
Neste ensaio vibrante e profundamente humanista, o leitor é convidado a confrontar as suas próprias ideias sobre o amor, o sexo, o desejo e a liberdade. Um livro que não oferece respostas — apenas a inquietação transformadora de quem ousa olhar o amor sem véus nem preconceitos.